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Polícia Ambiental constata destruição de mais de 2 hectares de vegetação nativa

Área danificada fica no interior de Rio Azul. Responsável pela propriedade recebeu multa de R$ 42 mil

Policiais constataram destoca e uso de fogo para limpeza do terreno. Foto: Polícia Ambiental

A Polícia Ambiental constatou a destruição de 2,2 hectares de vegetação nativa na localidade de Porto Soares, no interior de Rio Azul, na quinta-feira, 13. Após receberem uma denúncia, os policiais constataram que houve destoca e uso de fogo para limpeza do terreno.

Além disso, foram apreendidos 100 metros cúbicos de lenha nativa e dez metros cúbicos de toras de pinheiro, espécie ameaçada de extinção. O responsável pela área, de 32 anos, não possuía autorização para realizar o corte da madeira. Ele não informou o motivo de ter destruído a vegetação. O homem recebeu uma multa no valor de R$ 42 mil. A Polícia Civil foi informada sobre o caso para tomar as medidas criminais necessárias.

Em Prudentópolis, uma moto Honda CG 150 Fan foi furtada na Avenida São João, no centro da cidade. O dono disse que estacionou a moto no local na tarde de quinta-feira, 13. Ao retornar por volta das 23 h, o homem observou que a moto havia sido furtada. Imagens de câmeras de monitoramento do município flagraram uma pessoa que estava em uma caminhonete azul carregando a moto na carroceria do veículo. A caminhonete seguiu sentido à Vila Mariana.

Já na madrugada de sexta-feira, 14, uma mulher foi agredida pelo seu convivente no Jardim Brasil. A vítima relatou que o seu companheiro consumiu bebidas alcoólicas e drogas. Por esse motivo, ele ficou exaltado e empurrou a mulher. Ela sofreu escoriações nos braços. O homem ainda ameaçou matar a convivente e pegou uma TV da casa dizendo que ia trocá-la por mais drogas. Os policiais fizeram buscas, mas não encontraram o autor das agressões.

Policiais também constataram o corte ilegal de araucárias. Foto: Polícia Ambiental

Madeira foi apreendida pela Polícia Ambiental. Foto: Polícia Ambiental

Irregularidades foram constatadas em área no interior de Rio Azul. Foto: Polícia Ambiental