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Objeto encontrado em terreno baldio não era explosivo

Esquadrão antibombas do Bope de Curitiba constatou que objeto não oferecia risco para a comunidade. Pessoa que colocou o material no local poderá ser punida

Objeto localizado em terreno baldio não era explosivo. Foto: Guarda Municipal de Irati

O objeto encontrado em um terreno baldio na rua Coronel Emílio Gomes, em Irati, não era uma bomba. O esquadrão antibombas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) de Curitiba foi acionado e constatou que o material não era explosivo.

Por volta das 10h50 de terça-feira, 15, um morador entrou em contato com a Guarda Municipal para relatar que havia um objeto estranho em um terreno em frente ao colégio SESI de Irati. A Polícia Militar foi acionada para prestar apoio e cumprir o protocolo de segurança nesse tipo de situação para evitar que alguma pessoa ficasse ferida caso a ameaça fosse real. A área foi evacuada até a chegada de uma equipe especializada. Foi constatado que o objeto não era explosivo. “Uma pessoa que trabalha nas proximidades da prefeitura Municipal acabou vendo um objeto semelhante a um artefato explosivo. A Polícia Militar e a Guarda Municipal fizeram o isolamento e constataram que a semelhança era muito próxima a um material explosivo. Realizamos o isolamento, chamamos a equipe do esquadrão antibombas da PM, que esteve no local e fez a identificação desse objeto com drone e com um robô, que eles utilizam para fazer essa identificação e acabaram constatando de fato não ser um explosivo”, relata a Oficial de Comunicação da 8ª Cia, Tenente Thaísa Nabozny.  

O responsável por colocar o material no terreno pode ser punido, pois um grande efetivo de policiais foi mobilizado para atender à ocorrência. Esses profissionais poderiam estar atendendo outras situações solicitadas pela população ou realizando patrulhamento preventivo. “Mobilizamos toda a força policial para tentar solucionar o caso, claro esse é o procedimento que deve ser feito tem que ser chamado o [esquadrão] antibombas porque a gente realmente não sabe se é ou não é um artefato que pode vir a explodir. Só eles têm o conhecimento técnico necessário para fazer essa identificação. Eles vieram até ali e identificaram não ser. Nós vamos através das câmeras de monitoramento que tem nas proximidades tentar identificar a pessoa que colocou aquele objeto ali para ela ser responsabilizada por ter movimentado todo o aparato estatal de segurança pública gerando ali um medo das pessoas que estavam próximas, pois nós precisamos evacuar o local, evacuamos trabalhadores, moradores das proximidades, porque realmente poderia ser um objeto que viesse a explodir. Agora a gente vai trabalhar na identificação da pessoa para que ela seja responsabilizada por sua atitude”, enfatiza Thaísa. 

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