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Câmara de Irati aprova orçamento do município para 2021

Previsão é de que o Executivo terá um orçamento de R$ 181 milhões para o próximo ano

Vereador José Bodnar, o Zequinha (PV) afirmou que projetos componentes da LOA foram amplamente discutidos pelos vereadores e pela população. Foto: Arquivo Najuá

A Câmara de Irati aprovou, em segunda votação, na noite de terça-feira, a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2021. Durante a sessão ordinária, foram aprovados os projetos que estimam a receita e fixam a despesa do município, alteram a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e fazem ajustes no Plano Plurianual, aprovado por uma lei de 2017. As proposições estão tramitando desde outubro.

A previsão de orçamento é de R$ 181 milhões para o próximo ano, incluindo os valores a serem utilizados pelos poderes Executivo e Legislativo e pela Caixa de Aposentadoria e Pensão dos Servidores Municipais de Irati (CAPSIRATI). 

Deste total, R$ 151 milhões serão destinados para o município e outros R$ 31 milhões para o CAPSIRATI. Para chegar a este montante, foram levados em conta a situação econômica atual e o comportamento das execuções dos exercícios financeiros anteriores. As despesas foram programadas de acordo com a estimativa de arrecadação, respeitando todas as normas vigentes.

Durante a sessão, o 1º secretário da Câmara, José Bodnar (Zequinha) (PV), comentou que os projetos estão tramitando na Câmara há muito tempo e foram amplamente discutidos com a população. Ele explicou que vários pontos foram alterados por conta da pandemia de Covid-19, mas não especificou quais foram as mudanças.

“O projeto já se encontra aqui há bastante tempo e foi analisado por todos os vereadores. Inclusive parte da sociedade já veio e discutiu conosco em relação a este projeto, ao orçamento. Já foi votado em 1ª e 2ª votação, até para justificar o motivo de não haver nenhum comentário em relação a isto”.

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Os projetos nº 43 e 44, que alteram a Lei de Diretrizes Orçamentárias e o Plano Plurianual do município, foram elaborados por conta da pandemia de Covid-19, conforme Zequinha.

“Como não existia pandemia quando foram aprovadas as leis anteriores, agora (os projetos) foram adequados de acordo com o que está sendo previsto para o orçamento”. 

O presidente da Câmara, Nei Cabral (PV), ressaltou que todos os projetos passaram por análise em suas respectivas comissões. Por este motivo, não houve discussão no Plenário.

 “Os pareceres estão todos assinados, segundo a assessoria jurídica desta casa de leis, os projetos foram votados sem discussão porque já foram muito bem analisados”.