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Escolas do interior de Irati recebem pontos de internet gratuitos

Equipamentos instalados nas escolas municipais do Itapará e do Guamirim permitem que os alunos acompanhem aulas on-line 

Escola Municipal São Miguel do Itapará (foto) foi uma das beneficiadas com o ponto de internet gratuito. Imagem: Divulgação

Dois pontos de internet gratuitos foram instalados na Escola Municipal São Miguel do Itapará e Escola Rural Municipal Esperança Carignano Chuilki de Guamirim. Os recursos para instalação foram destinados por intermédio de emenda parlamentar da deputada federal, Aline Sleutjes (PSL). 

Confira o áudio desta reportagem no fim do texto

No dia 10 de outubro, a deputada esteve cumprindo agenda política em Irati e comentou sobre o projeto, que auxilia os estudantes a ter acesso à internet para poder acompanhar as aulas on-line neste período de pandemia de coronavírus, que as atividades presenciais foram suspensas. “Esse projeto é instalado numa escola e numa área de cerca de 300 metros da escola são beneficiados [com internet gratuita] durante dois anos. Esse ponto é muito importante para conectividade, principalmente nesse período de pandemia”, ressaltou Aline.

A deputada também comentou sobre outros recursos destinados para Irati, que proporcionaram a compra de um respirador para a Santa Casa de Irati, aquisição de um ônibus no valor de R$ 214 mil e R$ 250 mil para pavimentação. “Nós já conseguimos trazer alguns benefícios para Irati primeiro pedido foi de pavimentação R$ 250 mil já foi pago e acredito que esta obra está pronta. Recebemos um pedido para um ônibus de R$ 214 mil, que já foi comprado pelo Estado. Respirador para a Santa Casa também é uma necessidade para preservar a saúde das pessoas durante a pandemia para permitir reabilitá-las. Estamos juntos para trazer outros pedidos junto com nossa equipe”, afirmou. 

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Aline também opinou sobre o projeto de lei das Fake News, que foi aprovado em junho no Senado. Segundo a deputada, o texto do projeto precisa ser reformulado. “Não é um texto bom para o Brasil. Prejudica bastante a liberdade de expressão. Ele limita muito a atividade dentro das ações que a gente pode fazer nas redes de comunicação e nós já temos muitas leis. Você pode ser punido por danos morais, danos financeiros por tantos outros crimes que já existem. O crime cometido contra alguém ou contra algo na internet é um crime que pode ser punido já, então nós vamos precisar melhorar bastante essa legislação quando chegar na Câmara. Temos que discutir e melhorar bastante o texto para depois podermos votá-lo. Do jeito que está hoje prejudica e muito o direito do cidadão e não é isso que nós queremos. Nós entendemos que as pessoas precisam ter o direito para liberdade de expressão claro sempre como respeito aos direitos do cidadão. Tem que ter essa coerência esse equilíbrio”. 

A deputada ainda comentou sobre o inquérito que investiga a divulgação de atos considerados antidemocráticos. A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou que alguns deputados federais do PSL, entre eles Aline, teriam financiado a publicação de informações falsas em sites, aplicativos de celular e páginas na internet por meio de anúncios pagos pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República no valor total de R$ 2 milhões. As manifestações que são alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) falam sobre fechamento do Congresso Nacional e do STF, uma intervenção militar e até um novo Ato Institucional número 5, a medida mais radical da ditadura militar que governou o Brasil entre 1964 e 1985.

Aline disse que apenas participou de manifestos de apoio ao presidente Jair Bolsonaro que foram realizados em Brasília/DF. “Muitos atos a favor dele [presidente], que eu estive com a minha bandeira do Brasil, com a minha camiseta verde e amarela falando que apoio o nosso governo e estou junto com o governo. Se isso é antidemocrático eu não sei mais o que é democrático. Porque para mim atos antidemocráticos são aqueles movimentos que aconteceram em Curitiba, São Paulo, onde quebraram móveis, vidros, equipamentos públicos, prédios particulares, para mim isso é ser antidemocrático. Queimar a bandeira do Brasil como aconteceu em Curitiba. Estou respondendo [inquérito] meus advogados estão trabalhando nisso provando que jamais cometi nenhum erro, nenhum crime muito menos antidemocrático. Sou democrática, fui eleita democraticamente apoio um governo eleito democraticamente por 57 milhões de brasileiros e nós vamos até o final provando a nossa inocência. Não só eu como os demais deputados e ativistas de direita que estão dentro desse inquérito. Estou feliz de poder estar em Brasília representando a voz do povo patriota, povo de direita e que quer um Brasil melhor. 

Deputada Aline Sleutjes esteve em Irati cumprindo agenda política no dia 10 de outubro. Na imagem, ela aparece no Morro da Santa. Foto: Divulgação