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PRF realiza mais uma edição da Operação Madrugada Segura nos Campos Gerais

PRF realiza Operação “Madrugada Segura” em mais dois municípios da região

Da Redação
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma edição da Operação “Madrugada Segura” na região dos Campos Gerais. Dessa vez, a fiscalização ocorreu de forma simultânea no perímetro urbano da BR-373, nos municípios de Ponta Grossa e Prudentópolis, entre o fim da noite de sexta-feira, 27, e a madrugada de sábado, 28.
A operação teve o objetivo de combater a embriaguez ao volante, prevenir acidentes de trânsito e aumentar a segurança dos usuários da rodovia. Foram realizados 94 testes de bafômetro e abordadas 113 pessoas e 95 veículos. Dois motoristas foram flagrados embriagados com índices de 0,21 e 0,24 mg/l de álcool no organismo. Ainda foram efetuadas 39 notificações de trânsito e recolhidos nove carros por apresentarem irregularidades como mau estado de conservação, falta de condutor habilitado e automóveis com débitos obrigatórios vencidos.
Segundo dados da PRF, 36 acidentes registrados em 2019 foram ocasionados em virtude da ingestão de álcool. “Infelizmente essa conduta reprovável ainda acarreta sofrimentos para as famílias brasileiras. A lei de trânsito brasileira vem tratando do assunto a décadas, sempre aprimorando e trazendo maior rigor. Antes da Lei Seca, o Código de Trânsito em vigor, aprovado em 1997, já limitava a ingestão até seis decigramas de álcool por litro de sangue. A legislação de 2008 tolerava o limite de 0,1 miligrama por litro (mg/l). Ela fixou punições que envolvem multas elevadas, perda da habilitação e recolhimento do veículo. No caso de acidentes com vítimas, o responsável deve responder a processo penal. Em 2012, uma modificação estabeleceria a infração a partir de 0,5 mg/l. Uma nova alteração em 2016 também intensificaria o rigor fixando a alcoolemia zero. Também em 2016, ficou determinado que a recusa ao teste do bafômetro é infração gravíssima, além da suspensão do direito de dirigir. Além disso, foi ampliada a pena prevista ao motorista causador da morte ou de lesão corporal: passou para cinco a oito anos de reclusão, e mesmo com a severidade legal, ainda convivemos com o flagelo da combinação irresponsável entre álcool e direção”, afirma a PRF, em seu grupo de divulgação de ocorrências no WhatsApp.